O que fazer quando me sinto travado?

Como a escrita terapêutica pode ajudar a destravar pensamentos e emoções Sentir-se travado é uma experiência mais comum do que parece. Em algum momento da vida, todos nós nos deparamos com períodos em que pensar fica difícil, decidir parece pesado e até tarefas simples exigem um esforço excessivo. Muitas pessoas interpretam esse estado como faltaContinuarContinuar lendo “O que fazer quando me sinto travado?”

“Como Seria Se…?”: o que a neurociência nos ensina sobre escolhas, caminhos e identidade feminina

Quantas vezes você já se perguntou como sua vida seria se tivesse escolhido diferente? Essa pergunta — aparentemente simples — atravessa silenciosamente a mente de muitas mulheres, sobretudo nos momentos de transição, perda ou recomeço. O filme “Como Seria Se…?” nos convida a olhar para esse questionamento não como fraqueza, mas como uma expressão naturalContinuarContinuar lendo ““Como Seria Se…?”: o que a neurociência nos ensina sobre escolhas, caminhos e identidade feminina”

Janeiro Branco: cuidados éticos e o compromisso permanente com a saúde mental

O Janeiro Branco convida a sociedade a refletir sobre a saúde mental, trazendo visibilidade a um tema que, por muito tempo, foi silenciado ou tratado com estigmas. No entanto, é fundamental lembrar que cuidar da saúde mental não pode se limitar a um mês do ano. Trata-se de um cuidado contínuo, essencial e profundamente humano.ContinuarContinuar lendo “Janeiro Branco: cuidados éticos e o compromisso permanente com a saúde mental”

Quando a memória dói: o que o cérebro nos ensina sobre não voltar

“Se você amou muito um lugar, não faça a besteira de visitá-lo.”— Rubem Alves À primeira leitura, essa frase pode parecer exagerada ou até pessimista. No entanto, quando observada à luz da neurociência e da psicologia, ela revela uma compreensão profunda sobre a forma como o cérebro humano constrói, preserva e protege experiências emocionalmente significativas.ContinuarContinuar lendo “Quando a memória dói: o que o cérebro nos ensina sobre não voltar”

Quando o Corpo Dói e a Mente Sofre: O Impacto Emocional da Dor Crônica

A dor crônica é uma experiência que ultrapassa os limites do corpo. Quando a dor persiste por meses ou anos, ela deixa de ser apenas um sintoma físico e passa a afetar profundamente a vida emocional, psicológica e social da pessoa. Viver com dor constante exige adaptações contínuas, consome energia psíquica e impõe desafios silenciososContinuarContinuar lendo “Quando o Corpo Dói e a Mente Sofre: O Impacto Emocional da Dor Crônica”

Autocuidado Feminino: o que a Neurociência revela sobre cuidar de si

Durante muito tempo, o autocuidado foi tratado como algo superficial — quase um luxo. Para muitas mulheres, ainda hoje, cuidar de si vem acompanhado de culpa, como se fosse egoísmo ou desvio de responsabilidades. No entanto, a neurociência e a psicologia contemporânea mostram exatamente o contrário: o autocuidado é uma necessidade biológica, emocional e cognitiva,ContinuarContinuar lendo “Autocuidado Feminino: o que a Neurociência revela sobre cuidar de si”

Autocuidado Emocional: O Ato de Cuidar de Si Mesma com Amor e Verdade

Vivemos em um mundo que constantemente exige de nós — trabalho, família, relacionamentos, expectativas sociais. No meio dessa intensidade, muitas mulheres se encontram exaustas, dando o melhor de si para todo mundo, e esquecendo de olhar para dentro. Esquecer de si não é apenas “distração” — é perder o contato com aquilo que verdadeiramente nosContinuarContinuar lendo “Autocuidado Emocional: O Ato de Cuidar de Si Mesma com Amor e Verdade”

O Primeiro Dia do Ano: mudanças que começam em silêncio

O primeiro dia do ano não precisa ser grandioso.Ele não exige promessas ousadas, nem versões idealizadas de quem deveríamos ser.Às vezes, o que ele pede é silêncio, presença e honestidade consigo. Mudanças verdadeiras não nascem do excesso, mas da escuta. Escuta do que já não cabe, do que pesa, do que foi sustentado por tempoContinuarContinuar lendo “O Primeiro Dia do Ano: mudanças que começam em silêncio”

O Último Dia do Ano: um tempo entre despedidas e silêncios

O último dia do ano não pede pressa.Ele convida ao recolhimento. Há algo de sutil no ar — como se o tempo diminuísse o passo para que possamos sentir. Sentir o que foi vivido, o que doeu, o que transformou, o que ficou pelo caminho. Não é um dia de cobranças, mas de escuta interna.ContinuarContinuar lendo “O Último Dia do Ano: um tempo entre despedidas e silêncios”

Quando o Ano Muda, o Que Se Move Dentro de Nós?

A virada do ano costuma ser apresentada como um marco simbólico de renovação. Datas mudam, calendários se encerram, promessas surgem. Mas, emocionalmente, esse período é mais complexo do que aparenta. Para muitas pessoas, o final de um ano e o início de outro despertam sentimentos ambíguos: esperança e ansiedade, alívio e culpa, entusiasmo e frustraçãoContinuarContinuar lendo “Quando o Ano Muda, o Que Se Move Dentro de Nós?”