Janeiro Branco: cuidados éticos e o compromisso permanente com a saúde mental

O Janeiro Branco convida a sociedade a refletir sobre a saúde mental, trazendo visibilidade a um tema que, por muito tempo, foi silenciado ou tratado com estigmas. No entanto, é fundamental lembrar que cuidar da saúde mental não pode se limitar a um mês do ano. Trata-se de um cuidado contínuo, essencial e profundamente humano.ContinuarContinuar lendo “Janeiro Branco: cuidados éticos e o compromisso permanente com a saúde mental”

Quando o Corpo Dói e a Mente Sofre: O Impacto Emocional da Dor Crônica

A dor crônica é uma experiência que ultrapassa os limites do corpo. Quando a dor persiste por meses ou anos, ela deixa de ser apenas um sintoma físico e passa a afetar profundamente a vida emocional, psicológica e social da pessoa. Viver com dor constante exige adaptações contínuas, consome energia psíquica e impõe desafios silenciososContinuarContinuar lendo “Quando o Corpo Dói e a Mente Sofre: O Impacto Emocional da Dor Crônica”

Quando o Ano Muda, o Que Se Move Dentro de Nós?

A virada do ano costuma ser apresentada como um marco simbólico de renovação. Datas mudam, calendários se encerram, promessas surgem. Mas, emocionalmente, esse período é mais complexo do que aparenta. Para muitas pessoas, o final de um ano e o início de outro despertam sentimentos ambíguos: esperança e ansiedade, alívio e culpa, entusiasmo e frustraçãoContinuarContinuar lendo “Quando o Ano Muda, o Que Se Move Dentro de Nós?”

Inteligência Emocional: Entre o que Sentimos e o que Não Sabemos Nomear

Inteligência emocional não é sobre ter controle absoluto das emoções, nem sobre aparentar estabilidade o tempo inteiro. É, sobretudo, um convite para compreender o que sentimos sem julgamentos, reconhecer nossas vulnerabilidades e identificar o impacto das emoções nas escolhas que fazemos. Em um mundo que celebra produtividade e soluções rápidas, lidar com o que sentimosContinuarContinuar lendo “Inteligência Emocional: Entre o que Sentimos e o que Não Sabemos Nomear”

Comunicação de Notícias Difíceis: quando a palavra precisa cuidar

Comunicar uma notícia difícil é, talvez, uma das experiências mais delicadas na prática clínica e na atuação em saúde. Nesse momento, informação e emoção se encontram, e o profissional torna-se responsável não apenas por transmitir um conteúdo, mas por cuidar da forma, do espaço, do silêncio e das reações daquele que recebe. Uma notícia difícilContinuarContinuar lendo “Comunicação de Notícias Difíceis: quando a palavra precisa cuidar”

Entre o Encerrar e o Recomeçar: Um Tempo de Escuta Interna

Fim de ano costuma chegar com um misto de luzes, expectativas e cobranças silenciosas. Para algumas pessoas, é tempo de celebração. Para outras, é um período em que o peito aperta, a mente cobra e o coração tenta entender tudo o que não coube nos últimos meses. Há quem se sinta cansado. Há quem seContinuarContinuar lendo “Entre o Encerrar e o Recomeçar: Um Tempo de Escuta Interna”

Reflexões de Fim de Ano: Solidão, Depressão, Renovação e Mudanças que Acontecem de Dentro para Fora

O fim de ano costuma despertar sensações que nem sempre cabem em palavras.Enquanto algumas pessoas celebram, outras silenciam. Algumas fazem planos, outras ainda tentam entender o que sobreviveram. Há quem viva um misto disso tudo: esperança, exaustão, medo, um desejo tímido de recomeço e uma vontade profunda de apenas descansar de si mesma. Não existeContinuarContinuar lendo “Reflexões de Fim de Ano: Solidão, Depressão, Renovação e Mudanças que Acontecem de Dentro para Fora”

Cuidar de quem cuida: um olhar sobre a saúde mental das mães

Há algo silencioso que muitas vezes passa despercebido na maternidade: o peso invisível de ser o eixo de tudo.Entre mamadas, reuniões, responsabilidades, expectativas e culpas, muitas mulheres se perdem um pouco de si mesmas — não porque deixaram de amar, mas porque amar passou a ocupar todos os espaços. A verdade é que ninguém ensinaContinuarContinuar lendo “Cuidar de quem cuida: um olhar sobre a saúde mental das mães”

O peso invisível da procrastinação

Procrastinar não é apenas “adiar uma tarefa” — é conviver com um peso invisível que vai além dos prazos e pendências. Para quem vive esse ciclo diariamente, a experiência pode se tornar uma rotina de frustrações, culpa e expectativas não cumpridas. O ciclo silencioso Você reconhece um compromisso (um relatório, uma consulta que precisa preparar,ContinuarContinuar lendo “O peso invisível da procrastinação”

Quando “vou deixar para depois” vira um jogo interno

Imagine uma situação: você tem uma tarefa importante — escrever um relatório, preparar uma palestra, organizar a papelada — e, mesmo reconhecendo sua relevância, você adia. Continua “amanhã”, “depois”, “quando estiver com a cabeça melhor”. E, no fim, o prazo chega, o estresse aumenta, aparece aquele sentimento de culpa, vergonha ou frustração. Esse atraso repetidoContinuarContinuar lendo “Quando “vou deixar para depois” vira um jogo interno”