Depressão: entre a dor e o recomeço silencioso

A depressão não chega gritando.
Ela vai se instalando em silêncios.
Num “tanto faz”, num “hoje não”, num “não sei explicar”.
Ela rouba o brilho dos dias, torna o corpo pesado e transforma o mundo em algo distante, mesmo quando tudo ao redor continua igual.

Quem vive a depressão sabe que não se trata apenas de tristeza.
É um cansaço da alma, uma sensação de vazio que palavras nem sempre alcançam.
É a vontade de desaparecer e, ao mesmo tempo, o desejo profundo de ser encontrado — por alguém, por si mesmo, por um sentido.

Mas há algo que a depressão nunca consegue apagar por completo:
a centelha da vida que ainda pulsa em algum lugar aí dentro.

E é a partir dessa centelha, mesmo que frágil, que o recomeço é possível.

A cura não acontece de uma vez.
Ela começa quando você se permite sentir — mesmo aquilo que dói.
Quando você escreve o que ficou guardado, quando dá nome ao que te cala, quando reencontra fragmentos seus que foram esquecidos ao longo do caminho.

Pensando nisso, quero te oferecer um recurso terapêutico gratuito e sensível, chamado “A Carta que Nunca Escrevi”.
É um convite para que você se reconecte com partes suas que foram silenciadas pela dor, pela perda, pela culpa ou pelo medo.

Esse exercício pode ser o primeiro passo para:

🌱 acessar sentimentos reprimidos
📝 escrever com liberdade o que nunca foi dito
💡 obter insights sobre sua história e sua dor
🤍 iniciar um processo de acolhimento e reconexão

Você pode fazer no seu tempo, no seu ritmo, com toda a delicadeza que merece.

📥 Baixe gratuitamente agora:

👉 A Carta que Nunca Escrevi – PDF

Se permita escrever como forma de cura.
Se permita sentir.
Se permita recomeçar — mesmo que lentamente.
Você ainda está aqui. E isso já é um ato de coragem.

Um abraço,
Suzanne

Publicado por Suzanne Leal

Psicóloga. Site: suzannelealpsi.com Instagram: @suzannelealpsi

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