Você já teve a sensação de que o mundo ao redor continua girando… enquanto o seu parece ter parado?
Talvez você tenha perdido alguém muito querido. Talvez esteja ao lado de alguém em profundo sofrimento e não sabe como ajudar. Ou, quem sabe, esteja tentando ser forte por fora, enquanto por dentro tudo está desmoronando.
O luto é assim: não tem fórmula, nem manual de instruções. Ele chega com força, muda tudo de lugar, bagunça os sentimentos e nos faz perguntas para as quais não temos respostas. Às vezes é uma dor que aperta o peito. Outras vezes, é o vazio, o silêncio, a falta.
E o mais difícil? É que nem sempre o mundo entende.
“Você precisa ser forte.”
“Já faz tempo.”
“Foi melhor assim.”
Mas como seguir em frente quando o coração ainda está lá atrás, no momento em que tudo mudou?
O luto não é fraqueza.
É amor em estado bruto.
É a forma que o corpo e a alma encontram para dizer que alguém foi importante demais para ser simplesmente esquecido.
Por isso, precisamos aprender a acolher essa dor — em nós e nos outros.
Precisamos de espaços seguros para falar sobre perda, culpa, saudade, memória e, sim, também sobre recomeço.
Precisamos de ferramentas que nos ajudem a lidar com o que parece impossível de suportar.
Se você é profissional da saúde mental, educador, familiar ou alguém que deseja compreender e cuidar melhor de si ou do outro, convido você a conhecer um material que foi criado com muito respeito e sensibilidade:
👉 Acesse aqui o recurso terapêutico sobre Luto e Suicídio
Que esse caminho, ainda que difícil, possa ser trilhado com mais presença, empatia e humanidade.
Com carinho,
Suzanne

