O Último Dia do Ano: um tempo entre despedidas e silêncios

O último dia do ano não pede pressa.Ele convida ao recolhimento. Há algo de sutil no ar — como se o tempo diminuísse o passo para que possamos sentir. Sentir o que foi vivido, o que doeu, o que transformou, o que ficou pelo caminho. Não é um dia de cobranças, mas de escuta interna.ContinuarContinuar lendo “O Último Dia do Ano: um tempo entre despedidas e silêncios”