O luto não tem dia certo para acabar.
Ele não segue cronogramas nem respeita frases prontas.
Ele apenas… acontece.
Às vezes, chega de repente, com um telefonema que muda tudo.
Outras vezes, vem devagar, na forma de uma perda anunciada — mas nem por isso menos dolorosa.
E o que fazer com esse vazio?
Com essa saudade que ocupa lugares que antes eram cheios de presença?
Com os silêncios nas refeições, nos aniversários, nas pequenas coisas do cotidiano?
O luto nos convida a viver um amor sem presença física.
A lembrar sem tocar.
A continuar, mesmo sem saber como.
Talvez você esteja nesse lugar agora.
Tentando encontrar sentido, tentando respirar sem culpa, tentando manter viva a memória de quem partiu — e, ao mesmo tempo, seguir.
Mas saiba: você não está só.
A dor do luto precisa ser acolhida com respeito, escuta e gentileza.
Ela não deve ser apressada, nem silenciada.
Porque o luto é o avesso do amor — e é por amar tanto que dói tanto.
Pensando nisso, preparei um recurso terapêutico gratuito para te acompanhar nesse processo:
💌 Carta para Quem Nunca Foi Embora
Uma proposta delicada de escrita terapêutica, que convida você a colocar no papel aquilo que ficou guardado no coração.
Uma forma de falar com quem partiu, de se despedir com afeto — ou simplesmente de continuar em conexão.
Que esta carta seja um espaço seguro para a sua dor.
E um lembrete de que mesmo quando alguém parte… o amor permanece.
Um abraço,
Suzanne

