Você já se sentiu tentando dar conta de tudo e, ainda assim, ouvindo aquela voz interna sussurrando: “não é o bastante”?
Esse sentimento tem nome. E não é fraqueza, drama ou exagero. É o medo de não ser suficiente — um dos sentimentos mais silenciosos e devastadores que carrega a alma humana.
De onde vem esse medo?
Ele não surge do nada. Muitas vezes, é cultivado ao longo da vida por experiências de rejeição, críticas constantes, comparações injustas ou modelos de exigência impossíveis.
Pais que só elogiavam quando havia resultado, escolas que puniam o erro mas não acolhiam o esforço, relacionamentos que condicionavam afeto ao desempenho… aos poucos, aprendemos a ser amadas pelo que fazemos, não por quem somos.
E assim nasce a confusão: “preciso fazer mais para merecer amor, reconhecimento, valor.”
Como esse medo se manifesta?
Às vezes, ele aparece em forma de perfeccionismo: tudo precisa estar impecável para você se sentir minimamente aceita.
Outras vezes, vem como procrastinação: o medo do fracasso paralisa e faz adiar.
E, em muitos casos, ele se esconde por trás da necessidade de agradar, de ser útil o tempo inteiro, de não incomodar — como se ser “boa” o suficiente fosse a única maneira de garantir afeto e pertencimento.
Esse medo é exaustivo porque coloca a régua sempre mais alta. Você alcança uma conquista, mas a paz dura pouco: logo vem o pensamento sabotador…
“Será que vão perceber que eu não sou tudo isso?”
“Até quando vão me aceitar antes de descobrirem quem eu realmente sou?”
Isso tem nome: síndrome do impostor, baixa autoestima, autocrítica…
Mas mais do que rótulos, isso tem um impacto real: o medo constante de falhar no papel de ser você.
O que fazer com esse medo?
A primeira coisa é reconhecer que ele existe. Não é fraqueza admitir que está cansada de tentar “ser suficiente” o tempo todo. Pelo contrário, isso exige coragem.
Depois, vale começar a olhar com mais carinho para a sua história. Perguntar:
– Quem me ensinou que eu precisava provar tanto para ser amada?
– Que voz eu estou repetindo dentro da minha cabeça?
– Eu trataria uma amiga querida da forma como me trato?
E, aos poucos, construir uma nova forma de se relacionar consigo mesma — mais compassiva, mais realista e menos condicionada à performance.
A psicoterapia pode ser um espaço seguro para isso. Um lugar onde você pode ser exatamente quem é, sem precisar ser “mais”, sem medo de ser “menos”.
Você já é. E isso é suficiente.
Você não precisa alcançar nenhum padrão para ter valor. Não precisa se desdobrar para caber nas expectativas dos outros. Não precisa esconder suas falhas para merecer amor.
Você já é suficiente. Mesmo em dias difíceis, mesmo quando não dá conta, mesmo quando duvida de si.
Não acredite em tudo o que seus pensamentos dizem. Eles são só pensamentos — não verdades absolutas.
E dentro de você existe uma força mais profunda do que o medo: a sua essência. Ela não precisa provar nada.
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Com carinho,
Suzanne


