Encerrar um ciclo pode ser uma das experiências mais desafiadoras e, ao mesmo tempo, transformadoras da vida. Seja o fim de um relacionamento, uma mudança de carreira, a conclusão de uma fase pessoal ou até a despedida de uma versão antiga de si mesma, dizer adeus é um ato de coragem. Mas por que, muitas vezes, resistimos tanto a esse processo?
O Medo do Vazio e a Ilusão do Controle
A maior dificuldade em encerrar ciclos não está no fim em si, mas no que ele simboliza: o desconhecido. O ser humano tem uma tendência natural a se apegar ao que lhe é familiar, mesmo quando esse espaço já não nutre mais seu crescimento.
Já se perguntou por que é tão difícil soltar algo, mesmo quando sabe que não faz mais sentido? Será que, no fundo, existe o medo de não encontrar nada melhor? O receio de perder uma identidade construída ao longo do tempo? Ou a sensação de que, se desistir, estará falhando de alguma forma?
Mas aqui está algo essencial: encerrar um ciclo não significa fracassar. Pelo contrário, significa reconhecer que algo cumpriu seu propósito e dar a si mesma a permissão para seguir em frente.

EXERCÍCIOS DE AUTOCONHECIMENTO
Trata-se de um e-book com exercícios de autoconhecimento para quem deseja começar um processo de autoconsciência e desenvolvimento de si mesmo, permitindo que você se olhe com mais carinho e cuidado, além de possibilitar escolhas mais assertivas e maturidade emocional.
Como Saber que um Ciclo Precisa Terminar?
Se sente que está insistindo em algo que já não lhe traz plenitude, talvez seja hora de refletir:
- Isso ainda faz sentido para mim ou apenas tenho medo de mudar?
- Estou permanecendo por escolha ou por hábito?
- O que estou segurando que, se eu soltasse, me faria sentir mais leve?
- Quais sinais a vida tem me dado de que já é hora de seguir adiante?
Se as respostas apontam para a necessidade de um fechamento, talvez você já saiba o que precisa fazer, mas ainda não encontrou forças para agir. E está tudo bem. O processo de despedida nem sempre é imediato. Às vezes, é necessário um tempo para acolher as emoções e integrar a experiência antes de dar o próximo passo.
O Luto pelo Que Se Vai
Todo encerramento traz consigo um luto, porque não estamos apenas deixando algo para trás, mas também partes de nós que existiram dentro daquela experiência. E o luto precisa ser respeitado.
Se permitir sentir tristeza, nostalgia ou até medo não é um sinal de fraqueza, mas de humanidade. Mas o que não podemos fazer é permanecer presas ao que já não existe, revivendo mentalmente o que poderia ter sido ou o que gostaríamos que fosse.
E se, em vez de se questionar sobre o que perdeu, você se perguntasse:
- O que esse ciclo me ensinou?
- Quais partes de mim foram fortalecidas por essa experiência?
- O que posso levar como aprendizado para o que vem a seguir?
Olhar para o passado com gratidão transforma despedidas em passagens e finais em recomeços.

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Criando Espaço para o Novo
Uma porta só pode se abrir quando outra se fecha. E, para que um novo ciclo comece, é preciso espaço para recebê-lo. Isso pode significar reorganizar suas prioridades, abrir mão de crenças limitantes ou simplesmente dar a si mesma a chance de imaginar possibilidades diferentes.
O que você gostaria de viver agora? Que versão sua deseja manifestar?
Às vezes, o futuro já está nos chamando há tempos, mas estamos tão ocupadas segurando o passado que não conseguimos ouvi-lo.
Encerrar um ciclo exige confiança. Confiança na vida, no fluxo natural das coisas e, acima de tudo, confiança em si mesma. Porque, independente do que esteja terminando agora, uma coisa é certa: você já sobreviveu a muitos fins e sempre encontrou um novo começo.
E agora, o que está pronta para começar?
Um abraço, Suzanne

